Método
Vendemos uma estimativa de idade biológica e, ao mesmo tempo, achamos que o conceito é usado de forma leviana pelo mercado. As duas coisas cabem juntas.
A ideia é antiga: dois indivíduos com a mesma idade cronológica podem ter graus muito diferentes de desgaste fisiológico. Medir esse desgaste seria mais informativo que contar aniversários.
Na literatura, as abordagens mais sólidas usam relógios epigenéticos — padrões de metilação do DNA. Têm correlação robusta com mortalidade e morbidade, e exigem exame laboratorial.
Nenhum wearable mede metilação. O que aparelhos de pulso fazem é combinar marcadores fisiológicos num índice e chamá-lo de idade biológica.
Três problemas com isso:
A nossa estimativa combina VFC, qualidade de sono, eficiência respiratória, recuperação e variação térmica, ponderados por faixa etária. Recalculada semanalmente.
Ela serve para: acompanhar a direção do próprio desgaste ao longo de meses e ver o efeito de mudanças de hábito.
Ela não serve para: comparar com outra pessoa, estimar expectativa de vida, substituir exame ou embasar decisão clínica.
Exibimos em anos inteiros de propósito. Casa decimal aqui seria precisão inventada.
Medimos audiência de forma agregada — sem perfil e sem publicidade. A medição vem ativa e você pode desligá-la aqui. As fontes do Google só carregam com seu aceite, porque registram seu IP.